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Com a tributação conjunta, o limite de isenção sobe para o dobro

 

Na passada 4ª feira, as Finanças corrigiram um erro no sistema informático, relativo ao novo imposto adicional ao IMI.
Em causa, esteve a possibilidade de optar pela tributação conjunta aplicável a este imposto.

O erro impedia os casais em regime de separação de bens ou em comunhão de adquiridos optarem pela tributação conjunta para bens que estejam apenas em nome de um dos cônjuges.

 

Nesta situação, em vez do limite de isenção se situar nos €600.000, o mesmo aumenta para o dobro, 1,2 milhões de euros aplicável à totalidade dos bens do casal.

Trata-se de uma opção interessante para os casais em que haja uma desproporção de bens entre um e o outro cônjuge, podendo, muitas vezes beneficiar da isenção do Adicional ao IMI.

Para manifestar a opção pela tributação conjunta, os contribuintes têm de entregar uma declaração até ao dia 31 de Maio.

Fonte: Revista Gerente

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