

Falta de combustível causa filas nos postos, autocarros com frota reduzida e comércio com falta de alimentos.
Os motoristas de veículos pesados param nas estradas do Brasil e afetam a rotina de vários estados. A paralisação iniciou-se na passada segunda feira, a 21 de maio, reúne centenas de milhares de motoristas, já afeta uma série de setores da economia e prevê-se que se mantenha dada indignação destes profissionais.
Ao fim de cinco dias de paralisação que bloqueiam estradas em pelo menos 20 estados do distrito federal, o governo federal e os representantes de camionistas anunciam um acordo com entidades que representam a categoria para suspender os protestos durante 15 dias, em troca de um desconto de 10% sobre o preço do gasóleo durante 30 dias.
No entanto, nem todas as lideranças presentes concordaram e os motoristas decidiram manter a paralisação nacional que afeta uma série de setores da economia. Este manifesto faz-se sentir na produção fabril e no desabastecimento de combustíveis, de alimentos e produtos básicos.
A sucessiva elevação no preço do gasóleo é o principal motivo que leva os camionistas a interromperem o trânsito nas estradas.
Portugal não se encontra imune de uma situação semelhante.
O Aumento do combustível põe em causa as empresas de transporte e a sua sustentabilidade e o nosso governo necessite de adquirir novas medidas que não comprometam a viabilidade do nosso sector.
Não deixaremos de comunicar assim que nos chegue informação adicional.