Inspeções técnicas na estrada – Espanha
Maio 22, 2018
Greve na Grécia – 30/05/2018
Maio 29, 2018
Mostrar tudo

•    O Comitê Nacional de Transporte Rodoviário alerta sobre abusos e violações da legalidade por certas plataformas logísticas de comércio eletrônico na prestação de serviços de transporte e entrega em domicílio.
•    Eles também instam as Administrações a agir contra tais práticas abusivas e ilegais.

Na terça-feira, 22 de maio, as associações nacionais de transportadores que compõem o Comitê Nacional de Transporte Rodoviário analisaram com preocupação o surgimento da chamada "economia colaborativa" no setor de transporte rodoviário de mercadorias, na qual determinadas plataformas logísticas comerciais de uma certa reputação, e muito posicionada no setor da distribuição de bens de consumo e entrega em domicílio, estão realizando a atividade de transporte ilegal de subcontratação para particulares para fazer a distribuição com seus próprios veículos, resultando consequentemente à violação da legislação setorial, trabalhista e fiscal, sem que as Administrações Públicas competentes atuassem de forma decisiva na erradicação dessas bolsas de fraude.
A este respeito, o Comité Nacional dos Transportes Rodoviários preparou o seguinte comunicado de imprensa:
“O Departamento de Mercadorias do Comitê Nacional de Transporte Rodoviário deseja expressar sua profunda preocupação com a maneira pela qual determinadas empresas, do que tem sido chamado de economia colaborativa, precarizam os serviços de transporte e distribuição urbanos e interurbanos de mercadorias, oferecendo sua realização por meio de indivíduos àqueles que não estão ligados por trabalho ou relação comercial, de qualquer espécie. É ainda mais escandaloso, que tais práticas sejam divulgadas com total transparência e absoluta falta de vergonha, sem a menor reação, nem pelas autoridades chamadas a defender a legalidade, nem por boa parte da sociedade, que contemplam impassíveis como essas empresas eles são enriquecidos com a margem de lucro que obtêm do não cumprimento da lei. Diante dessa situação, não podemos deixar de apelar ao senso comum, a fim de impor algo tão elementar quanto o respeito à lei e às regras de concorrência que governam o mercado, impedindo que ele se torne uma selva digna de sociedades subdesenvolvidas ".

 

Free WordPress Themes, Free Android Games